Francisco Paulo Rodrigues Mestre[1]
Resumo: Municípios de pequeno porte, especialmente aqueles com até 20 mil
habitantes, compõem a maior parte do território municipal brasileiro e gaúcho.
Tais entes enfrentam limitações estruturais, fiscais e administrativas que
repercutem diretamente no desempenho institucional e na capacidade de resposta
às demandas sociais. Este artigo, com base em evidências empíricas e teóricas,
investiga os fatores que explicam a lentidão administrativa nesses municípios,
discutindo capacidade fiscal, estrutura organizacional, normatividade, recursos
humanos, judicialização e infraestrutura tecnológica. Também são apresentadas
boas práticas e limitações do estudo.
Palavras-chave: administração
pública; municípios de pequeno porte; capacidade estatal; federalismo; gestão
municipal.
[1] Pedagogo (ULBRA),
Historiador (ÚNICA), Especialista em Filosofia (FACULESTE), Mestre em Ensino
(UNIVATES)