INTERPRETAÇÃO DE TEXTO, VERDADE E DISTORÇÃO: CAUSAS,
CONSEQUÊNCIAS E IMPLICAÇÕES SOCIETÁRIAS (2026)
Bem vindos! Este blog é um espaço de reflexão crítica sobre educação, sociedade, filosofia, história e espiritualidade, com foco na dignidade humana. Aqui, artigos analisam desafios contemporâneos, processos sociais e éticos, e buscam provocar consciência, diálogo e transformação, articulando estudo acadêmico e reflexão prática afim de inspirar o pensamento e a atitude com responsabilidade.
INTERPRETAÇÃO DE TEXTO, VERDADE E DISTORÇÃO: CAUSAS,
CONSEQUÊNCIAS E IMPLICAÇÕES SOCIETÁRIAS (2026)
FAKE
NEWS: poder simbólico e educação crítica frente a erosão da verdade no espaço
público
Mestre em Ensino (UNIVATES)
(jan/2026)
Palavras-chave: Influencers digitais.
Economia da atenção. Indústria cultural. Poder simbólico. Sociedade do
espetáculo.
SAUDADE: a ausência, o
tempo e a infinitude
Francisco Paulo Rodrigues Mestre
Mestre em Ensino (UNIVATES)
Resumo: A palavra saudade
constitui um dos conceitos afetivos e culturais mais complexos da língua
portuguesa, destacando-se por sua densidade semântica, histórica e psicológica,
bem como por sua reconhecida dificuldade de tradução plena para outros idiomas.
Este artigo tem por objetivo analisar a saudade a partir de uma abordagem
interdisciplinar ampliada, articulando contribuições da linguística, da
sociologia, da história, da filosofia, da psicologia e da psiquiatria. Parte-se
da origem etimológica e morfológica do termo, avançando para sua condição de
emoção culturalmente construída, socialmente partilhada e subjetivamente
vivenciada. Discutem-se, ainda, suas relações com memória, identidade,
temporalidade, processos de apego, luto e sofrimento psíquico. Conclui-se que a
saudade não se reduz a um sentimento individual, mas configura uma categoria
simbólica capaz de expressar a condição humana diante da ausência, da finitude
e da permanência do afeto no tempo.
Palavras-chave: saudade; emoção cultural;
memória; identidade; linguagem.
A ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS: uma análise multidisciplinar
Resumo: Este artigo analisa a Organização das Nações Unidas (ONU) a partir de uma abordagem histórica, institucional e multidimensional, examinando seus fundamentos, estruturas decisórias e principais áreas de atuação. Partindo do contexto de sua criação no pós-Segunda Guerra Mundial, o estudo investiga as finalidades e princípios da organização, bem como seus mecanismos de funcionamento, com ênfase nos órgãos centrais, nos sistemas de voto e no poder de veto. A análise é aprofundada por meio de perspectivas filosóficas, sociológicas, políticas e econômicas, destacando o papel da ONU na promoção dos direitos humanos, na normatização das relações internacionais, na governança global e no debate sobre desenvolvimento e desigualdade. O artigo também problematiza as principais críticas e entraves ao funcionamento da organização, evidenciando limitações estruturais, assimetrias de poder e desafios contemporâneos ao multilateralismo. Por fim, discute-se a relevância contínua da ONU no cenário internacional e apontam-se possíveis caminhos para seu fortalecimento institucional, reafirmando sua importância como espaço de cooperação, diálogo e construção de uma ordem internacional mais justa e sustentável.
Palavras-chave: Organização das Nações Unidas;
Governança global; Direitos humanos; Multilateralismo; Relações internacionais.
Francisco P. R. Mestre
Pedagogo (ULBRA), Historiador (ÚNICA),
Especialista em Filosofia (FACULESTE),
Mestre em Ensino (UNIVATES
RESUMO: Este artigo investiga, de forma
interdisciplinar e aprofundada, a potência terapêutica, filosófica, social e
neurobiológica do abraço enquanto prática relacional fundamental para a
experiência humana. Partindo de referenciais da psicologia, psiquiatria,
neurociência, filosofia, antropologia e ciências sociais, o estudo demonstra que
o abraço transcende o gesto afetivo cotidiano, constituindo-se como mecanismo
de regulação emocional, modulador neuroendócrino, dispositivo cultural e
expressão ética da alteridade. Evidências científicas indicam que o contato
físico seguro promove liberação de ocitocina, redução do cortisol, equilíbrio
autonômico e fortalecimento da sensação de pertencimento. Na esfera clínica, o
abraço, quando consentido e eticamente contextualizado, contribui para a
estabilização emocional, auxiliando no tratamento de transtornos relacionados
ao estresse, ansiedade e depressão. No plano filosófico, configura um ato de
reconhecimento e responsabilidade diante do outro. Conclui-se que o abraço
representa uma tecnologia relacional de cuidado, capaz de articular corpo, afeto,
cultura e saúde mental, assumindo lugar estratégico em práticas de promoção do
bem-estar e da dignidade humana.
PALAVRAS-CHAVES: abraço; afetividade;
neurociência; saúde mental; alteridade; cuidado.
Francisco
P. R. Mestre
Pedagogo
(ULBRA), Historiador (ÚNICA),
Especialista
em Filosofia (FACULESTE),
Mestre
em Ensino (UNIVATES
RESUMO: Este artigo discute, de forma
ampliada e sistemática, as práticas profissionais que evidenciam falta de
empatia e/ou de caráter — entendidas aqui como ações deliberadas de exclusão,
denúncia infundada ou transferência de responsabilidades — com ênfase no contexto
do zoneamento escolar e na recusa indevida de matrícula. Partindo
de enquadramentos teórico-jurídicos (Direito à Educação, ECA, LDB), integra
perspectivas de ética profissional, psicologia organizacional (mobbing, assédio
moral), sociologia da educação e teoria moral para analisar causas,
consequências e respostas institucionais e jurídicas. Propõe-se também um
conjunto de medidas preventivas e corretivas para gestores, conselhos escolares
e órgãos de controle. O trabalho inclui citações diretas e indiretas e segue as
normas da ABNT para referências.
PALAVRAS-CHAVES:
ética
profissional; empatia; violência institucional; recusa de matrícula; zoneamento
escolar; assédio moral; direito à educação.
Francisco P. R. Mestre
Pedagogo (ULBRA), Historiador (ÚNICA), Especialista em Filosofia (FACULESTE),
Mestre em Ensino (UNIVATES).
Palavras-chave: divergência;
perspectiva; hermenêutica; educação; sociologia.
EMPATIA, ÉTICA E MORAL: a decadência contemporânea da humanidade
RESUMO: Este artigo discute a empatia como um constructo central para a compreensão das práticas éticas e morais na sociedade contemporânea. A partir de referenciais clássicos e contemporâneos das áreas de Filosofia, Psicologia Social, Sociologia, Serviço Social e História, analisam-se dimensões conceituais e evidências empíricas acerca da formação da empatia, bem como seu declínio social associado ao individualismo crescente. Argumenta-se que a falta de empatia, marcada pela desconexão afetiva e pela naturalização de práticas egoístas e egocêntricas, constitui um dos principais desafios éticos da atualidade. Este estudo busca oferecer uma leitura crítica e interdisciplinar, sustentada por autores como Arendt, Bauman, Lipovetsky, Gilligan, Nussbaum e outros. Conclui-se que o fortalecimento da empatia depende de práticas sociais, políticas públicas e processos educativos que reafirmem a dignidade humana e a responsabilidade coletiva.
Palavras-chave: empatia; ética; moral; sociedade contemporânea;
individualismo.
ORGULHO E PRECONCEITO: a construção social da discriminação e os desafios para a formação humana (junho 2026) Francisco P. R. Mestr...